Descrição
Num dia como qualquer outo, um agradável regresso a casa em família é interrompido por uma chamada… anuncia-se um rapto, que se concretiza. No cativeiro, o peso da solidão traz o mais temível dos pensamentos: e se nunca mais voltar a ver a minha família? Se o pior acontecer, o que vão os meus filhos ouvir de mim?
O bloco de apontamentos torna-se no meu melhor aliado. Nas páginas mal iluminadas do confinado quarto em que me encontro, nasce este manifesto paternal. A carta de um pai que poderá, nunca mais, voltar a ver os seus filhos.




