Descrição
Sobre o livro, Gonçalves Torcato Bahule escreve no posfácio, o seguinte: “Conjecturo que o ensaio seja o início da celebração da poesia moçambicana, pois este é um livro de alegria e esperança de uma nova atitude estética literária em Moçambique. Afianço nesta alegria da nossa literatura moçambicana, pois cada um de nós é uma semente do verbo, que fará germinar uma nova luz para o bem comum de Moçambique, pois como disse o poeta profeta: “no ofício da verdade é proibido pôr algemas nas palavras”.




